Porque vale a pena lutar pelo direito de escrever biografias não-autorizadas

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Arquivado em Liberdade de expressão, Livro-reportagem

23 Respostas para “Porque vale a pena lutar pelo direito de escrever biografias não-autorizadas

  1. Reinaldo

    Lucas,
    Permita-me uma parte…
    Não acredito que o Anderson te responderá pois há muito o que fazer nesta viagem e ele não terá tempo para isso.

    Você está agindo mesmo como um ditador comunista. As regras do blog não inclui ter que apresentar identidades funcionais para ter a credibilidade aceita. Quem colocou em dúvida nossa credibilidade foi você. E eu te contei a verdade. Além disso, pelo que me consta, as regras do blog também proíbe fazer comentários fora do contesto. E esse alerta autoritário e preconceituoso foge do tema, você poderia mandar por email, para cada um de nós, seria mais correto, justo e menos agressivo, a não ser que você tenha outras intensões, das quais:

    Desviar a atenção do assunto em pauta para não ter que argumentar.
    Promover seu blog com polêmicas inúteis, porem atrativas.

    Sou especializado em TI na área da informática e mudar um IP dinâmico requer apenas alguns pequenos códigos na tela do Prompt de Comando de qualquer PC. Se houvesse alguma razão mal intencionada faria isso em alguns minutos, mas garanto a você que não foi assim.

    Será tão difícil aceitar quatro opiniões contrárias a sua?
    Será tão difícil argumentar sobre o assunto postado, que aliás nem texto tem, apenas um vídeo ridículo e tendencioso?
    Será tão difícil debruçar sobre o assunto que você mesmo propôs ou seja o pseudo direito de um biografo fuçar na vida dos outros sem autorização?
    Será que você está temeroso em não ter “bala na agulha” para promover essas discussões sadias, esclarecedoras e civilizadas?

    Vou te fazer outra proposta.
    Já que você não acredita na realidade, mas apenas na desconfiança que fizeram Fidel matar amigos bem próximos…
    Já que identidades funcionais são muito fáceis de falsificar e você não ficaria satisfeito com as provas…
    Já que meu pai sempre me disse “Nunca confie em quem sempre desconfia” ou seja, não tenho certeza de que não publicará nossas identidades…

    Vamos falar sobre o pseudo direito a biografia não autorizada ou se preferir a “Tirania dos Biógrafos”… Eu e você, Você e eu…

    Topas?
    Att
    Reinaldo

    • A questão em jogo aqui é uma só: acusei publicamente os comentaristas Anderson, Helio, Evandro Cirillo e Reinaldo de serem a mesma pessoa e fui instado pelo comentarista que assina Anderson a me retratar. Eu disse que me retrataria publicamente caso fosse provado, por meio de cópia de documentos que eu não tornaria públicos, que Anderson, Helio, Evandro Cirillo e Reinaldo são pessoas diferentes e trabalham na mesma empresa de Santos, como afirmam os comentaristas que assinam Anderson e Reinaldo. Simples. Se você não puder fazê-lo, restará a conclusão de que o blog sofre um (mais um, aliás) ataque troll disparado por uma mesma pessoa ou empresa especializada nessa área.

      • Reinaldo

        Nossa…
        Como você viaja…

        Percebe o tom de suas palavras?
        Você é um micro ditador em um micro blog, brinquedinho de um pseudo administrador autoritário e preconceituoso comunista.

        Rapaz, não se acusa alguém sem provas. Eu e meus amigos não podemos ser acusados de nada simplesmente porque usamos a mesma rede e expressamos a nossa opinião que curiosamente mas não absurdamente, foram parecidas! Onde está o seu cérebro?

        Você acusa autoritariamente, desinformadamente e por consequência injustamente e ainda diz que pode se retratar se provarmos inocência? Inocência do que?
        Você dá o tiro no peito e depois diz, se provar sua inocência eu retiro a bala do seu coração! Você não tem noção das coisas?

        O Anderson não pediu retratação alguma, ele pediu para Vossa Excelência, Magnificência, e outras ências, para apenas retirar o alerta injusto. Só isso!

        Acho que já gastei palavras demais do meu repertório para tentar argumentar sobre a “Tirania dos Biógrafos” num post inócuo, neste blog Tirano falando com um administrador Tirano num país comandado por uma Tirana.

        Enquanto isso, falar sobre o tema, nada…

        Conclua o que quiser.
        Sua megalomania te impede de ver a realidade. Seu blog não tem qualquer importância, influência ou amplitude para ser alvo de qualquer “ataque troll” de pessoas ou muito menos de empresas especializadas. Se eles forem gastar tempo num blog qualquer, perderão tempo e dinheiro, assim como eu já estou perdendo.

        Você está bem desinformado nesta questão e pelo jeito na questão da biografia não autorizada também, daí fique você com suas paranoias.

      • Fica valendo então o que eu afirmei na mensagem anterior: o blog sofreu um ataque troll desencadeado por uma pessoa ou empresa especializada. O objetivo do ataque é combater as biografias não-autorizadas, defendidas pelo blog. A quem interessa o ataque?, fica a pergunta.
        O ataque troll foi feito por meio de supostos comentaristas de nome Anderson, Helio, Evandro Cirillo e Reinaldo. Doravante, futuros comentários feitos pelo ataque troll serão recusados.

  2. Pete

    I do not want my life to be investigated by my neighbor , I want privacy!

    • I don’t want anyone looking into my life – neighbor or otherwise.

      However, that’s a fantasy. How could such a thing possibly be prevented? You would have to remove yourself from society. Even before the digital information age anyone with a little time could do it. Sure, it’s easier now, but it’s always been possible via public records, following someone, and/or talking to a person’s associates.

      Perhaps on the surface a prohibition against unauthorized biographies seems like a good idea, but it doesn’t take much thinking to see that at best it would have little effect on privacy violations and at worst it could be abused by those with the means to do so – i.e. those in power or with the money to prosecute those with less.

      What effect might making it illegal have? Given how easy it is to investigate someone, what sort of apparatus would have to be created to detect violations of and enforce the prohibition? How invasive would such an apparatus need to be? (Not to mention how expensive.) Do you think you would have more or less privacy as a result? Mostly, it seems that such a law would be abused as an excuse to collect information on anyone’s activities and frequently applied to persons or groups singled out for other reasons (think about how antiterror laws are (ab)used now to do the same).

      • Reinaldo

        Cary,

        Não é uma fantasia ou utopia, desde que exista uma cultura de respeito e leis que ordenem isso dentro desta mesma sociedade sem precisar sair dela ou viver à margem. Viver a margem é se esconder ou ir morar no meio do mato.

        A era digital nos trouxe conectividade, porem só se expõe quem quer. Os registros públicos são limitados e nem tudo pode ser acessado com tanta facilidade, muitas informações só mesmo com ordem judicial. As pessoas ligadas direta ou indiretamente serão discretas se forem solidárias e você ainda pode limitar o número de pessoas do seu círculo. Ser seguido ou se livrar de paparazzis é outra história e também pode ser punido na forma da lei. Por que usar cartão de crédito se não tem saldo? Se o dinheiro ainda é a moeda corrente! Por que ligar do celular se o orelhão faz o mesmo!

        É fácil investigar uma pessoa comum, que se expõe nos Facebooks da vida e vive relatando cada passo de sua vida no Instragões da rede.
        Uma pessoa que não se deixou contaminar pela publicidade pessoal barata e gratuita e usa a rede comedidamente e de forma anônima, uma pessoa que vive seu dia-a-dia sem contar sua vida pessoal para os amigos e tem poucos parentes restritos cada um a sua própria vida, uma pessoa que não é viciada em tablet, ipod, e outras parafernálias eletrônicas que te torna cada vez mais comum e exposta. Essa pessoa terá uma vida quase imperceptível e não será alvo, ou dificultará muito a sua exposição.

        O problema é que para as instituições, privadas ou governamentais o anonimato da população é uma grande ameaça por razões óbvias que conhecemos. Quem pode falar muito sobre isso é quem viveu escondido
        na ditadura militar. O próprio José Dirceu conseguiu viver bem, porem escondido por muito tempo e não precisou ficar a margem da sociedade.

        Porem, isso não tem nada a ver com a busca insaciável do biógrafo em expugnar a privacidade de quem quer que seja. Não é só porque vivemos num mundo eletrônico onde cada flatulência de um indivíduo é relatada em tempo real para os 7 bilhões de habitantes do planeta, que o biógrafo terá passe livre para destruir a vida pessoal de uma pessoa através de estórias sem qualquer respaldo autobiográfico.

  3. Reinaldo

    Olá Lucas,
    Aqui é o Reinaldo, escrevendo pelo mesmo IP.

    Seria fácil escrever como anônimo se o objetivo fosse induzir o leitor a erro, da mesma forma como poderíamos utilizar outros IPs, já que o nosso é dinâmico, porem não existe e nunca existiu essa intenção.

    Estamos num escritório e esse IP é de rede. Meus companheiros (não querendo parafrasear o Lula) leram a matéria que passei para eles, assim como repasso quase tudo que leio e o Anderson, o Helio e o Evandro resolveram comentar. Entre eles o Evandro foi o mais “puxa-saco” mas acredito na sua isonomia.

    Aproveitando o ensejo… você não expôs sua opinião sobre este assunto. Acredito que mesmo sendo o responsável pelo blog, poderia quebrar essa quase imparcialidade altiva moderativa e escrever mais argumentos sobre a tirania dos biógrafos.

    Att
    Reinaldo

  4. Anderson

    O vídeo mostra os dois lados da moeda. Um é o que o autor da postagem questiona. O outro lado, o vídeo fala por si só. Quem disse que Hitler era assim? Há uma desfiguração, uma distorção, uma satirização e uma desvirtuação da realidade. Quem fez o vídeo é claramente tendencioso. E quem é tendencioso forma opinião tendenciosa e irreal.

    Stalin também promoveu seu próprio genocídio. O histórico e pouco divulgado holodomor ucraniano. Sete milhões de ucranianos (contra 1,1 milhão de judeus) foram exterminados em seu próprio país pela antiga União Soviética, pós segunda guerra mundial, porem a história que se conta é recheada de contradições, lacunas, números incertos e outras distorções propositais criadas pelos comunistas para confundir a opinião pública, mas a matança está aí, registrada na história, para quem quiser entender.

    Se os fins justificam os meios, Hitler não foi páreo para Stalin. Há muitas outras como o genocídio de Nankin-China ( 300 mil mortes ), promovido pelo imperador japonês. Pouco se fala, pouco se conta e cada biógrafo e historiador conta a sua maneira os “fatos” de acordo com seus interesses.

    Os vilões não são conhecidos e eternizados pelo que fizeram, mas pela forma como foram retratados pelos historiadores e biógrafos, cada um a sua maneira e bel prazer, com tendencias político e ideológicas e interesses diversos, quase sempre opostos a premissa da verdade.

    As vezes me pergunto para que serve um biógrafo…

    • Prezado comentarista que assina com os diferentes nomes de Anderson, Helio, Evandro Cirillo e Reinaldo, dono do mesmo número de IP 187.21.152.205, que postou quatro comentários entre 1 e 20 de abril. Seus comentários são bem vindos, desde que assinados sob mesmo nome ou pseudônimo ou abertamente identificados como anônimo. Ao usar vários pseudônimos, você induz os demais leitores a acreditar que os comentários foram feitos por pessoas diferentes.
      Att.
      Lucas Figueiredo

      • Anderson

        Ok, Lucas
        Não pense que somos como os comunistas que pensam todos iguais, todos se nivelam entre si, e por consequência medem os outros (não comunistas) pela mesma régua. Peço que retire o seu comentário preconceituoso, autoritário e desprovido de conhecimento técnico.
        Você está agindo como um autêntico ditador, Chaves, Fidel, Stalin, Mao, Maduro, Mussolini, Assad, Gaddafi… e o Borat também.
        Infelizmente eu e meu colegas de trabalho, além do meu chefe, fizemos um comentário pessoal, individual e imparcial sobre essa questão da tirania dos biógrafos e fizemos isso em nosso escritório em Santos – SP usando o wi-fi do escritório.
        Estou de viagem a Paris e recebi uma mensagem do Reinaldo sobre seu questionamento. É muito infantil da sua parte acreditar em um identificador de IP.
        Não precisa publicar isso, mas peço que retire o seu comentário e faça justiça aos meus amigos que comentaram com isenção e responsabilidade.

      • Proponho o seguinte: se você provar que Anderson, Helio, Evandro Cirillo e Reinaldo de fato existem e trabalham na mesma empresa de Santos, eu tiro o comentário do ar e peço desculpas publicamente. Basta me mandar uma cópia das quatro identidades funcionais (comprometo-me a não publicá-las nem divulgar qualquer dado nelas contidas). Topa?

  5. Helio

    Todo mundo tem rabo preso. Será que o biógrafo gostaria de ter sua vida particular exposta?
    O biógrafo é um escritor frustrado, pseudo escritor. Como não consegue ter inspiração para escrever um romance, vive de fuçar na vida dos outros.

    • Prezado comentarista que assina com os diferentes nomes de Anderson, Helio, Evandro Cirillo e Reinaldo, dono do mesmo número de IP 187.21.152.205, que postou quatro comentários entre 1 e 20 de abril. Seus comentários são bem vindos, desde que assinados sob mesmo nome ou pseudônimo ou abertamente identificados como anônimo. Ao usar vários pseudônimos, você induz os demais leitores a acreditar que os comentários foram feitos por pessoas diferentes.
      Att.
      Lucas Figueiredo

  6. Evandro Cirillo

    Concordo plenamente com o Reinaldo.
    Essa desculpa que se usa em relatar uma história para que fique registrada para o público é pura falacia. Por mais que se investigue a vida de outra pessoa, a história contada nunca será 100% verdadeira. Dizer que a biografia autoral ou auto biografia também pode ser ficcional é outra falacia. O biografado tem um direito inalienável de contar a sua história como bem entender da forma que quiser, omitindo esse ou aquele fato (a história é dele, só ele viveu aquilo) e não como querem os ditos biógrafos que são como chacais a procura de carcaça.

    Fico imaginando esses biógrafos sendo alvo de exposição. Tendo suas vidas esmiuçadas, suas particularidades (deve ter muitas) e curiosidades sensacionalistas expostas a todos. Situações constrangedoras que para o público é um prato cheio, mas que para si são situações delicadíssimas e profundamente vergonhosa. Quem não está pisando numa frigideira quente, não sabe o que é isso, ou é sádico mesmo, dane-se quem está lá.

    Os biógrafos deveriam trabalhar apenas em biografias autorizadas, aquelas onde as informações são colhidas diretamente da fonte do biografado.

    • Prezado comentarista que assina com os diferentes nomes de Anderson, Helio, Evandro Cirillo e Reinaldo, dono do mesmo número de IP 187.21.152.205, que postou quatro comentários entre 1 e 20 de abril. Seus comentários são bem vindos, desde que assinados sob mesmo nome ou pseudônimo ou abertamente identificados como anônimo. Ao usar vários pseudônimos, você induz os demais leitores a acreditar que os comentários foram feitos por pessoas diferentes.
      Att.
      Lucas Figueiredo

  7. Reinaldo

    “Porque vale a pena lutar pelo direito de escrever biografias não-autorizadas”… Muito simples! Uma biografia não-autorizada pode conter mentiras ou inverdades, pode ser fantasiosa, sensacionalista, inescrupulosa, difamatória e finalmente irreal. Leva o leitor a tirar conclusões erradas e muito distante das verdadeiras. Subverte os fatos que só o personagem viveu, portanto só ele conhece.

    Assim, quando se quer engodar o povo por razões e interesses diversos, quando se quer faturar as custas da “vida do alheio” mesmo sendo público, quando se quer alterar a história ou construir uma falsa, quando se quer ter poder de massa e controle sobre a opinião de uma parcela da população ignorante ou desavisada… É só fazer uma biografia não-autorizada.

    Hitler já dizia… “conte uma mentira uma, duas, três vezes e ela se tornará uma verdade”

    Biografia não-autorizada não é uma ferramente de libertação da verdade, é uma ferramenta de libertação da mentira. Deixe a verdade para quem viveu sua própria história.

    É como se os seus fatos e a sua história não tivesse o menor valor contados por você mesmo. É como se os seus fatos e a sua história só tivesse valor, contados por quem você nem conhece.

    • “Uma biografia não-autorizada pode conter mentiras ou inverdades, pode ser fantasiosa, sensacionalista, inescrupulosa, difamatória e finalmente irreal.”

      Por favor, explique como uma biografia autorizada não pode conter mentiras ou inverdades, e não pode ser fantasiosa, sensacionalista, inescrupulosa, difamatória e finalmente irreal.

      Acha que ninguém mente sobre si mesmo?

      Às vezes pessoas mentem. Não é limitado a uma empresa específica. Por isso, já existem leis contra calúnia.

      • Reinaldo

        Cary,
        Eu não disse que uma biografia autorizada não pode conter mentiras.
        Percebe como é fácil distorcer as palavras?

        Uma biografia autorizada contém informações que só quem viveu conhece, só quem esteve lá, sentiu, absorveu, olhou, respirou, admirou, apeteceu, experimentou, julgou, qualificou cada detalhe, cada instante, vivenciou cada momento. Essa experiencia é inestimável e insubstituível.

        “Quem conta um conto, aumenta um ponto” Imagina quem tenta contar algo que não viveu?

        As pessoas mentem sobre si mesmas e sobre as outras, isso é claro e indiscutível! Note que escrevi pessoas! Isso inclui o auto biografado e o biógrafo. Porem, esse grande defeito humano, não tira o direito de cada um escrever a sua própria história e nem o torna menos capaz de registra-la como bem entender, omitindo ( eu disse omitir e não mentir ) sim acontecimentos, para sua própria proteção moral e de outrem, tais como: família, parentes, amigos e conhecidos. É um direito pessoal e também constitucional, por isso há lei contra calúnia, injúria e difamação, simplesmente porquê o biógrafo não omite, geralmente ele mente.

        Todos nós sabemos que as leis contra calúnia são fracas, injustas, tardias e não corrigem os erros cometidos pelo caluniador. Quando ganhas em juízo ($) já fizeram um grande estrago moral, irreparável financeiramente. Porem, o objetivo do biógrafo que é vender os livros, já foram alcançados.

        Da mesma forma como o biógrafo entendendo ser o “arauto dos fatos” achando que pode escrever a “verdade” ( palavra muito forte para ser tomada para si, não acha? ) sobre a vida de uma pessoa que ele acredita que conhece, este mesmo biógrafo carrega vícios humanos que desabilitam-no a ser o “mensageiro da verdade” de uma história que não viveu. O biógrafo, assim como o auto biografado é um ser humano cheios de defeitos, mas só quem viveu a própria história sempre cometerá menos erros.

        Se você tiver mazelas profundas em sua vida que o afetem drasticamente e alguém resolver escrever uma biografia de sua vida sem autorização, estou certo de que se incomodará.

        Por isso, ao invés de pensar na “verdade” de uma história da vida de alguém que só ele viveu, pense especificamente na privacidade deste alguém e em seu descanso final e merecido.

    • Prezado comentarista que assina com os diferentes nomes de Anderson, Helio, Evandro Cirillo e Reinaldo, dono do mesmo número de IP 187.21.152.205, que postou quatro comentários entre 1 e 20 de abril. Seus comentários são bem vindos, desde que assinados sob mesmo nome ou pseudônimo ou abertamente identificados como anônimo. Ao usar vários pseudônimos, você induz os demais leitores a acreditar que os comentários foram feitos por pessoas diferentes.
      Att.
      Lucas Figueiredo

  8. Angela Maria C. Souza

    Ola! gostaria de uma informacao: eu quero escrever a biografia do meu sobrinho. Ele já me autorizou, porém nao sei se posso citar nomes das pessoas envolvidas ou se tenho que alterar esses nomes. Como funciona isso? alguém da família pode me impedir de escrever ou me processar para receber dinheiro meu por eu ter escrito e citado nomes? por eu ter exposto a vida dele, mesmo ele me autorizando?Agradeco orientacao. Angela

    • Angela
      Se o principal personagem já deu autorização (por escrito, correto?), fica mais fácil. Sem conhecer o conteúdo de seu livro, digo que, à princípio, você deveria se preocupar mais com possíveis processos de calúnia, injúria e difamação. Mas é sempre bom consultar um advogado.
      Boa sorte!
      Lucas

  9. Kkk, ótimo! Quem realmente acha que uma lei contra biografias não-autorizadas poderia ser enforçada atualmente? É louco, sem falar de ser contra os princípios básicos de uma democracia.

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