Dirceu na planície?

Ele voltará? Ou na verdade nunca foi para a planície?

Neste instante, num restaurante de Brasília, o ex-ministro José Dirceu lança seu livro Tempos de planície.

Se na planície José Dirceu exibe essse sorriso e atrai a simpatia escancarada de poderosos (veja fotos abaixo), imagine quando voltar ao centro do poder? Ou você ainda tem dúvida de que Dirceu voltará ao centro do poder?

Dirceu e Humberto Costa, líder do PT no Senado

Dirceu e o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza

Dirceu e o senador Renan Calheiros

Dirceu e José Genoino, ex-deputado e hoje assessor especial do Ministério da Defesa

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11 Comentários

Arquivado em Política

11 Respostas para “Dirceu na planície?

  1. João Augusto

    Lucas, alguma informação sobre o que tipo de treinamento o Zé Dirceu realizou em Cuba? E se ele participou, mesmo de indiretamente, de alguma ação armada?

    • Na verdade, o curso de guerrilha que José Dirceu fez em Cuba foi bem básico. Mais importante que o curso foram os contatos que ele soube cultivar.
      José Dirceu nunca participou da luta armada. Antes do exílio, atuava apenas no movimento estudantil. E depois que voltou clandestinamente ao Brasil, percebeu que a luta armada estava nos seus estertores e optou por “hibernar” até a Anistia.

  2. Danilo

    Ricardo, concordo plenamente com vc.
    Dirceu tá igualzinho o Don Corleone.

  3. Ricado Picoli

    Essas fotos me lembram um filme: “The Godfather”

  4. Pingback: José Dirceu está voltando… | Blog do Lucas Figueiredo

  5. Otto

    Quais foram os melhores presidentes brasileiros antes do golpe de 64? Getúlio e Juscelino. E quais foram os presidentes mais atacados pela mídia? Getúlio e Juscelino.
    E depois da democratização: Lula. Daí o ataque midiático a ele e a todos que estão ao seu lado.

  6. Lucas, eu queria saber a sua opinião sobre o depoimento de Roberto Jefferson no Supremo em que ele disse que não houve mensalão. Verdade? Mentira?

    Um abraço!

    • Caro Eduardo
      Conforme escrevi no meu livro O Operador – Como (e a mando de quem) Marcos Valério irrigou os cofres do PSDB e do PT, não houve um mensalão propriamente dito, ou seja, o pagamento de mesada para integrantes da base aliada lulista. O que houve foi a movimentação de um gigantesco caixa dois, montado para custear gastos eleitorais (passados e futuros) e garantir, por meio de corrupção, a subserviência de parlamentares. O dinheiro que alimentava esse caixa dois era proveniente de empresas privadas com interreses nas decisões do Executivo e do Legislativo.
      Mensalão pode não ter sido. Mas foi crime.

      • Otto

        Lucas: e segundo suas investigações, houve diferenças entre o “mensalão” petista e tucano?

      • Algumas diferenças. O mensalão petista, por ser nacional, movimentou muito mais dinheiro que o tucano, que foi local. Em compensação, o tucano foi muito mais descarado em tomar o dinheiro público (no mensalão petista, as provas nesse sentido são poucas, salvo o caso do BB/Visanet). O modus operandi de recebimentos e pagamentos, contudo, era muito parecido. Está tudo contado no meu livro O Operador.

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