O pós-Palocci (I)

Se o ministro Antonio Palocci não conseguir se manter no cargo, o que é bastante possível, não terá sido por causa da oposição, que fez corpo mole, ou da pressão da mídia, que, salvo raras e honrosas exceções, deixou deliberadamente de praticar jornalismo. A queda de Palocci, se confirmada, deverá se creditada, pela ordem:

1)      Ao próprio Palocci, que, mais uma vez, sentindo-se blindado pela imprensa e pela elite econômica, como no caso do caseiro Francenildo, acreditou estar livre dos questionamentos éticos;

2)      A uma parcela do PT, que, de sua poltrona, assiste gostosamente o ministro arder em chamas;

3)      A uma parcela da base aliada, que dá o troco pelo tratamento pouco generoso de Palocci em termos de concessões e favores.

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