O sucesso de Adriana Varejão

Parede com Incisões a la Fontana II

Você se surpreendeu com a notícia da valorização, no mercado de artes, da obra da artista plástica carioca Adriana Varejão? (Para quem não viu, nesta semana, ela teve a obra “Parede com Incisões a la Fontana II” vendida em Londres pelo equivalente a R$ 2,97 milhões, maior valor pago até hoje pela obra de um artista brasileiro vivo. Entre os artistas latino-americanos, Varejão só perde atualmente para o magistral colombiano Fernando Botero, mesmo assim por pouco, R$ 400 mil.) Pois se levou susto então vá correndo ao Centro de Arte Contemporânea Inhotim, em Brumadinho (a 50 km de Belo Horizonte), para entender por que Varejão faz tanto sucesso – não importa se você já conhece o Inhotim, volte lá; se nunca visitou o mais importante acervo de arte contemporânea do Brasil, tudo bem, nunca é tarde para saldar um pecado. Inhotim dedica um pavilhão inteiro a Adriana Varejão. Visitá-lo é uma experiência sensorial intensa.

Pela força, originalidade e beleza de sua obra, Varejão, nascida no Rio de Janeiro em 1964, é conhecida hoje em todo o mundo. Suas obras já foram mostradas em exposições individuais na Inglaterra, nos Estados Unidos, no Japão, na Espanha, em Portugal, na Suécia e na Holanda, sem contar outras dezenas de países onde sua obra foi vista em exposições conjuntas. Se eu tivesse R$ 3 milhões de reais, compraria “Parede com Incisões a la Fontana II”. Primeiro, porque a obra é linda. Segundo, porque a tendência é que o preço dobre nos próximos anos.

Veja abaixo outras obras da artista:

Celacanto Provoca Maremoto, obra exposta em Inhotim

Carnívoras, obra exporta em Inhotim

O Húngaro

O Colecionador, obra exporta no Inhotim

Azulejaria de Cozinha com Peixes

Figura de Convite II

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3 Comentários

Arquivado em Artes

3 Respostas para “O sucesso de Adriana Varejão

  1. Luana Aghata

    Gostei muito das piscinas minha professora me recomendou essa pagina
    na web!!

  2. eymard

    Lucas, esse mercado de arte é um universo para um jornalista investigativo como voce. Como é que essas obras, por mais lindas que sejam, alcançam essas cifras? Quem as compra? Para que? O “museu privado” do ex dono do Banco Santos, por ex., me intriga. O magnata que compra uma obra classica para guardar no seu cofre e admirá-la sozinho, igualmente.
    Mas, voce esta cheio de razao. Inhotin é um espetáculo para ir e voltar. O conjunto daquele lugar me impressionou muitíssimo.

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