Fala José Júnior, coordenador do AfroReggae, sobre os choques entre militares do Exército e moradores do Complexo do Alemão, no Rio:
* Os moradores estão muito felizes com a pacificação, tanto que pedem a implentação de uma UPP (Unidade de Polícia Pacificadora). Que benefício eles teriam com a volta do tráfico? Tem de parar com essa mania de dizer que toda e qualquer manifestação popular dentro da favela é ligada ao tráfico”;
* Estão abordando de maneira truculenta, mexendo com mulher de morador (…). Não pode sair o Comando Vermelho e entrar o Comando Verde”;
* Não é justo que esses garotos despreparados <recrutas do Exército> ponham tudo a perder”.
Muito antes das UPP, o AfroReggae já era sinônimo de pacificação – sem tiro, sem força, só na base da inclusão. É bom o Exército convidar José Júnior para uma conversa.




Seria bom mesmo. Mas lamentavelmente um segmento do Exército brasileiro (o segmento mais ignorante) enxerga o José Jr. como “aliado” do tráfico.
Realmente. O que esse José Jr. teria a ensinar ao Exército brasileiro?